Brasil é uma país que anda sobre rodas para sobreviver

Agora, mais do que nunca, é possível enxergar como o país depende do transporte rodoviário para sobreviver

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O país depende do transporte rodoviário para sobreviver

Por que o Brasil depende tanto do transporte rodoviário de carga e passageiros? Muitos brasileiros têm se perguntado a respeito disso nos últimos dias. Para o governo brasileiro nunca foi prioridade  adotar outros tipos de sistema de transporte, principalmente pensando no lado eleitoral dessa manobra toda. Sendo assim, o projeto da ferrovia Norte-Sul, que pretendia cruzar o país, nunca saiu do papel.

No Brasil, ocorre o conhecido fator subjetivo, que tem a ver com modelo de gestão de negócios. Os políticos querem  deixar a marca de cada governo,  fazendo algo que o anterior não fez. O político entra num governo, abandona projetos anteriores e cria um novo, que acha que é melhor. O Brasil é pais cuja estratégia é substituir o velho pelo novo, com completo abandono do velho. Há uma incrível descontinuidade de projetos, pois trabalha-se com  curto prazo porque é compatível com a agenda eleitoral.

 
 
 

O Brasil é o país sobre rodas

O Brasil tem dimensões continentais e produz muito em quantidades de commodities, tanto agrícolas quanto minerais, que precisam ser transportadas por meios mais ágeis, racionais, não apenas por dependência de caminhões.

Cerca de  2/3 das cargas são transportadas por meio rodoviário e isso deixa o país  vulnerável a greves que afetem o abastecimento, como a dos caminhoneiros. Temos uma infraestrutura que não atende as  necessidades reais.

O descompasso entre as estratégias políticas e a realidade

A indústria brasileira passou por uma transformação e as políticas brasileiras não acompanharam essa mudança. A cadeia de suprimentos, a supply chain, não trabalha mais com grandes estoques, em quase todos os segmentos. Numa logística desse tipo, o estoque é depende do transporte e conta com ele para continuar produzindo. 

Esse modo reflete no seguinte: em 3 dias não há mais estoque para a linha de produção. E em 5 dias já começa o desabastecimento no ponto de consumo, o varejo.

 

O impacto e a mobilização no país tem que gerar mudanças

Nós temos que considerar que  aumento do preço do diesel não pode ser visto como único motivo pela insatisfação que levou à greve. O país passou por grande recessão e ainda passa,  gerando uma série de problemas em relação inclusive aos frete. Houve então uma redução do número de transporte de cargas. Em crise, o setor perde trabalhadores e as empresas amargam déficit de falta de motoristas.

Para renovar a frota de mais de 2  milhões veículos,  autônomos ficaram endividados. Muitos fizeram financiamento do Procaminhoneiro e estão inadimplentes. Dependendo da distância e do preço do frete, tem motorista que trabalha só para pagar a prestação.

Caminhoneiros carregam o Brasil em seus caminhões

 A alta do diesel e a desvalorização do frete foram só o estopim de uma crise antiga.   A falta de garantia de prazos e de segurança encarecem o serviço. O excesso de peso danifica a estrada. A estrada estraga o veículo usado e a manutenção fica caríssima.

Em meados da década de 1950, o Brasil começou a produzir petróleo e assim, asfalto. Nessa mesma época, montadoras de veículos queriam investir no Brasil. Então, o governo decidiu promover desenvolvimento mais rápido e as ferrovias ficaram em segundo plano, pois custavam mais e demoravam mais tempo para ficarem prontas.

Cerca de 75% das mercadorias no país têm seu escoamento feito pela malha rodoviária. Há cinco dias, os caminhoneiros do país estão paralisados e fazendo bloqueios em rodovias em 25 Estados e no Distrito Federal. O preço do óleo diesel atualmente  custa R$ 3,59 por litro.

 

E quem está organizando as manifestações?

Não existe uma organização que possa ser apontada como líder da paralisação. A proposta de greve começou a circular  em redes sociais e grupos de WhatsApp de caminhoneiros.  A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), que congrega a maioria dos sindicatos de motoristas autônomos, participa do movimento.

Outros sindicatos de caminhoneiros se juntaram aos protestos, a Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam) e a União Nacional dos Caminhoneiros do Brasil (Unicam). O movimento acabou engrossado pelos caminhoneiros de frota também, aqueles que são contratados, com carteira assinada, por transportadoras. Iniciou-se com os autônomos. Mas como a situação está ruim para todos, as empresas também aderiram. 

 

O Governo Brasileiro foi alertado sobre paralisação

O governo recebeu avisos de entidades sindicais dos caminhoneiros sobre a possibilidade de uma paralisação. A CNTA apresentou um ofício ao governo federal pedindo o congelamento do preço do óleo diesel e a abertura de negociações, mas foi ignorada. No dia 18, a organização enviou um comunicado com a possibilidade de paralisação a partir de segunda, dia 21.

Como já é notado, diversos setores estão sentindo o impacto da greve. Postos de combustível sem nada, ônibus com frota reduzida circulando, serviços de limpeza suspensos em algumas cidades, o abastecimento no setor alimentício também foi um dos mais afetados, principalmente verduras, legumes e frutas. Frigoríficos não estão conseguindo despachar suas mercadorias. Correios e aeroportos também estão operando de maneira deficitária, devido à falta de combustível. 

As reivindicações dos caminhoneiros

A exigência primordial é a queda no preço do óleo diesel.  Para reduzir o preço do diesel, as entidades querem que o governo estabeleça uma regra para os reajustes do produto, já que hoje, os preços flutuam de acordo com o valor do petróleo no mercado internacional e a cotação do dólar.

E tem também outras reivindicações na pauta dos caminhoneiros, que querem a isenção do pagamento de pedágio dos eixos que estiverem suspensos – é quando o caminhão está vazio e passa a rodar com um dos eixos fora do chão. Defendem a aprovação do projeto de lei 528 de 2015, que cria a política de preços mínimos para o frete e a criação de um marco regulatório para os caminhoneiros.

Para se ter uma ideia do que vem ocorrendo, o caminhoneiro faz um cálculo do custo do frete antes da viagem. Um caminhoneiro que viaje durante cinco dias encontra o diesel sendo reajustado todos os dias, o que deixa em defasagem o cálculo feito a princípio de quanto iria gastar só com combustível. 

Esperemos enfim que o impasse chegue ao fim e que a situação se resolva da melhor maneira possível, de forma a conseguir as reivindicações para os caminhoneiros e que a população consiga voltar ao seu dia a dia normal.

 

Fontes: Correio Popular, TV Cultura, BBC, Blog do Caminhoneiro

 

 

 

 

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